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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

MELISSA WADSWORTH: COMUNICANDO-SE COM SUA ALMA ATRAVÉS DE PLACAS IDEAIS INTUITIVA


MELISSA WADSWORTH: COMUNICANDO-SE COM SUA ALMA ATRAVÉS DE PLACAS IDEAIS INTUITIVA

Melissa Wadsworth
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Realidade de cada pessoa é baseado em perspectiva. É o que você percebe - no grande quadro da vida e nos pequenos detalhes enriquecedores. É o que você sente emocionalmente como energia e essência. Como um artista este me inspira para explorar assuntos em apreciação de perto e de expressar o pulso de pessoas e lugares. Através da arte criativa eu ​​traduzir o visível eo invisível.
Na última década, tenho paixão voltar à arte, como um veículo que me permite explorar e facilitar o crescimento e transformação pessoal para mim e para os outros. Eu faço isso através do meu bloqueados para BrillianceTM coaching de vida de sonho, oficinas ao vivo, livros e aulas em vídeo digital.
Colagens bordo intuitiva sonho idealmente facilitar o meu fascínio com o que pode ser visto, sentido e conhecido. Através da mídia mista de tintas e papel, e usando tanto no sentido estético e minha intuição, prendendo mensagens são efetivamente transmitidas através de histórias visuais e símbolos.Eu raramente sabe antes da conclusão que as mensagens serão retratados. Esse é o mistério e magia!
Sobre placas de sonho intuitiva
Quadros Sonho intuitivos são um catalisador para obter mais insights em seu caminho de vida, seu verdadeiro eu, o melhor próximos passos, e manifestação no horizonte imediato. Naturalmente em várias camadas, significados adicionais se revelam como você está pronto para recebê-los. Uma perspectiva aberta curioso é o melhor. Sempre olhar para além dos significados que são dadas para permitir que seus próprios pensamentos intuitivos sobem à superfície de sua consciência. Suas energias atual - mente, coração, corpo e alma - são espelhados através de símbolos visuais e histórias.Como você vê as imagens bordo sonho vai refletir isso.
O universo é, em todos os momentos, tentando apoiar seus objetivos e sonhos. Através da consciência que você pode começar a perceber melhor as placas de sinalização e as oportunidades que está sendo apresentado a cada dia. Quando você se conecta à intuição intencionalmente, e regularmente, você está mais consciente alinhado com a sua divindade inerente na vida diária. Através da intuição, você optar por deixar o espírito dirigi-lo e para acalmar a mente do ego. É quando sua essência autêntica e auto verdadeiro visionário mostra-se mais poderosa.
Para saber mais sobre placas de sonho intuitiva e como criar os seus próprios, visitehttp://www.melissawadsworth.com . Melissa oferece um livre, vídeo-aula de 11 dias chamado "How to Live the Life of Your Dreams Através Clarity". .
Fluxo equilibrado
Fluxo equilibrado
Consciência : Você é um com tudo o que é. Crescimento iluminada vem de foco e equilíbrio interior.Você têm o potencial puro para ser um canal para o fluxo perfeito. Como você recebe, solte o seu brilho carinho e energia em um universo verde e receptivo em um ciclo de transformação infinita.
Peça : Sinto-me equilíbrio? Estou impedindo o fluxo de energia?
Afirmar : eu sou equilibrada como eu acabado de transformar o universo e se desdobra de novo.
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Beleza Interior
Beleza Interior
Consciência : Sua beleza interior é em plena floração - rica em camadas e docemente perfumadas. A sua intuição e os sentidos estão abertos e vibrantes. Através consciente, a intenção de coração cheio você atrair outras pessoas para você. Um pool de vibração positiva nutre a beleza espetacular que veste tão bem.
Peça : Preciso ver e apreciar a minha verdadeira magnificência?
Afirmar : Minha beleza interior se reflete no mundo físico que eu behold.
*Stepping Up
Stepping UP!
Consciência : É hora de acelerar para criar a liberdade irrestrita e paz que você deseja. Avançar com determinação no sentido de vida específico, mesmo quando você apreciar os aspectos misteriosos da vida. Meditar ou rezar por orientação. Quando você age a partir de um senso de propósito, você poderosamente carga movimento no mundo exterior.
Pergunte : Existem barreiras internas me segurando de volta de onde eu quero ir!
Afirmar : eu dou asas à expressão do meu potencial mais elevado.
Relógio cósmico
Relógio cósmico
Conscientização : Abrace a sua capacidade de ter uma relação flexível com o tempo. Jogar com o tempo. Mova limites de tempo imaginado e limitações. Definir uma intenção de ser amigos com o tempo e você encontrará mais alegria em ambos a plenitude do tempo ea passagem do tempo.
Peça : Eu acredito que há muito tempo?
Afirmar : Minha relação com o tempo é expansiva. Tudo na minha vida se desenrola no tempo perfeito.
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Arquiteto Mater
Mestre Arquiteto
Consciência : Esta placa ideal intuitiva visão mostra que você é o mestre arquiteto que constrói a sua realidade, seus dados pessoais Você pode desconstruir e reconstruir a vida como elementos a sua visão direciona "sala de estar.". O pêndulo de diamantes aqui está em repouso - simbolizando o tempo para fazer uma pausa e apreciar o que você construiu para si mesmo.
Peça : Estou abraçando meu "setting-the-stage" em potencial?
Afirmar : eu crio uma realidade em alinhamento com o meu verdadeiro eu. Eu preparou o palco para manifestações da alma dirigida.
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Parto Brilliance
Parto Brilliance
Consciência : Está parto brilho expandido. Você está em contato com a riqueza de seus ambientes interno e externo. Você é guiado pelo cosmos divino. Chegou a hora de soldar suas habilidades e dons, com experiência e autoridade. Posição firme, e habitam as suas capacidades de liderança. Feminino e masculino estão em perfeito equilíbrio.
Peça : Estou abraçando a minha força e brilho?
Afirmar : eu sou de ouro!

JANET MARSHALL - PÁSSAROS NATIVOS DA NOVA ZELÂNDIA


JANET MARSHALL - PÁSSAROS NATIVOS DA NOVA ZELÂNDIA

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Janet Marshall - Biografia
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Janet Marshall
Eu sou um artista da Nova Zelândia especializada em aves, botânica e pinturas retrato.
Fui pintar profissionalmente desde 1970, quando eu ilustrado 3 guias de campo para a Nova Zelândia x pássaros. Estes foram seguidos por uma série de reproduções de edição limitada através do 1970-80.
Eu tive meu trabalho representado em 13 selos Mensagem NZ, incluindo o Selo 2008 Habitat Jogo Bird.
Eu tenho escrito e ilustrado 10 livros, incluindo um diário jardim chamado Imagens de um Jardim, e os livros 5 crianças, que incluem um ABC NZ com fotos e poemas chamado K é para Kiwi.
Meu trabalho tem sido representado em muitas outras publicações, incluindo livros, revistas, artigos de papelaria etc
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Sou um expositor regular na Academia de Belas Artes NZ e finalista em exposições muitos prêmios no NZ, incluindo os prêmios Portraiture NZ Adão.
Em 2006 eu construí e publicado on-line KIDS para as aves, um site interativo sobre as aves para as crianças. Este site inclui muitas fotos e recursos de arte para crianças para imprimir e usar. KIDS PARA AVES pode ser acessado através do meu site em: http://www.janetemarshall.co.nz/kids
Para tanto para trás como eu me lembro Eu queria ser um artista. Meu amor pela natureza levam-me a retratar pássaros e flora, a partir do final dos anos 1960 até hoje.
Eu pinto em um estilo realista. Este método de pintura, abriu os olhos de muitas pessoas para a beleza detalhada da natureza, algo que a maioria das pessoas não vê. Quando eles vêem esse detalhe na pintura, as pessoas tendem a olhar mais de perto quando olhar novamente para uma planta ou um pássaro.
2009 foi um momento de plantas para pintar e estou atualmente no processo de pintura de uma série de Fadas Flor NZ.
Por favor, aproveite o meu trabalho.
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Janet Marshall - Pássaros nativos da Nova Zelândia
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Fantail em Pohutukawa
Fantail em Pohutukawa - Gouache a bordo - 250 x 200 mm
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Australian Princesa Parrot
Australian Parrot Princess - Gouache a bordo - 900 x 700 mm
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Nova Zelândia Pied Fantail e linho deixa
NZ Pied Fantail e linho folhas - acrílico sobre tela - 600 x 450 mm
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Nova Zelândia Mel eater
Nova Zelândia em Tui Kowhai flores - Gouache a bordo - 400 x 300 mm - comedor de mel NZ
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Nova Zelândia Pied Fantail na Nova Zelândia clematis
NZ Pied Fantail na NZ clematis - Gouache a bordo - 400 x 300 mm
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Nova Zelândia de Bush Falcon
NZ de Bush Falcon - acrílico sobre tela - 600 x 450 mm
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Nova Zelândia Kokako
Kokako - guache acrílico a bordo - 1100 x 750 mm
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Uma Oração da Presença!


Uma Oração da Presença 4 

Que você reverencie seus pais e cuide bem de seus filhos.
Que você não permita que ser algum roube sua generosidade.
Que o paraíso não seja em algum lugar lá do céu, mas num cantinho secreto de seu coração.
Que você tenha a sabedoria de extrair lições de cada dificuldade.
Que você cuide bem de sua criança interior e se fortaleça em sua alegria.
Que o passar dos anos não lhe traga apenas rugas, mas muita maturidade e equilíbrio.
Que você não se perca em emoções medíocres e seja capaz de enfrentar as coisas estranhas, suas e dos outros, com grande ânimo e muita luz no coração.
Que nada nem ninguém sejam capazes de drenar suas energias ou fazê-lo acreditar que a consciência se extingue na morte e que não vale a pena lutar pelo que é sadio e justo.
Que a luz da imortalidade brilhe em seus olhos, não por crença cega, mas por lucidez.
Que você saiba que os seus amores que já partiram são bem cuidados na vida extrafísica.
Que você se lembre deles, com carinho e encanto, e que isso conforte sua saudade e o faça viver melhor, em memória deles, que, lá do céu, torcem por você.
Que você não humilhe o mais fraco nem fale mal dos outros, pois nunca se sabe da verdadeira dor que viaja dentro de alguém ou da prova que a pressiona por dentro.
Que você escute boa música, com enlevo e revelação, e que isso alegre seu coração.
Que você se encante com poemas inspirados e veja neles a letra do Ancião dos dias.
Que você sinta a Presença que está em tudo, em cada respiração.
Que haja graça em seu viver e que você agradeça ao Todo, só por existir.
Que você se emocione, cada vez mais, com a simplicidade da vida, e saiba apreciar a claridade e a beleza do dia e a suavidade de uma noite enluarada.
Que você ainda se emocione vendo o momento da aurora ou do entardecer, quando a festa da luz acontece no firmamento e encanta o coração.
Que a visão do céu noturno, coalhado de estrelas, expanda sua consciência.
Que você se admire com a natureza da Mãe Terra e a reverencie.
Que seus pensamentos voem nas asas da prece e abençoem e levem luz a todos.
Que seus sentimentos sejam lindos e suas energias maravilhosas.
Que você seja feliz, dentro ou fora do corpo.
Que haja luz, muita luz, em sua vida, por obra e graça da Presença que está em tudo.
Que assim seja, por você e por todos.
Pela vida.
Pela Presença.

Paz e Luz.

O Invisível, visível!


O Invisível, visível

Faz algumas semanas, estivemos "recolhidos" às nossas causas interiores. Foi importante este tempo, em que precisávamos olhar com maior profundidade para as nossas verdades.
O momento era propício para isso.
Cada essência às vezes precisa destas fases que somente ela consegue entender. E, na maioria das vezes, aprende com isso.
Nosso aprendizado tem, sempre, dois caminhos:
Entendermos o que aconteceu em nossa volta... ou nada fazermos, além de nos tornarmos vítimas dos acontecimentos.
É mais fácil a segunda opção.
É tranquilo e até em nada cansativo ser vítima.
Na maioria das vezes, o aprendizado, se for efetivo, cobra uma nova atitude em cima do que se assimilou.
Isso, sim, se chama evolução.
Não adianta saber. Só saber. É imperioso colocar em prática o que achamos importante para nossa vida futura. Portanto, ao lermos um livro, se dele tivermos gostado, precisamos colocar em prática o aprendizado, senão, será somente CULTURA INÚTIL.
Falha repetida se torna erro. Falhar faz parte do caminho de qualquer ser humano. É uma etapa a ser vencida e superada.
A falha pode ser o começo do acerto.

Quando olhamos para fora o fazemos com os valores que possuímos e não com aqueles que os outros possuem. É fácil identificar pelo olhar, pelo toque, pelo que se ouve, até pelo que se sente pelo paladar ou cheiro. O complicado, e para isso precisamos prestar muito mais atenção, é identificar pelo que sentimos.
O sentimento é individual e por isso a evolução também o é. Na fase atual, a soma do sentimento, mais a intuição, fará toda a diferença.
É o Invisível, visível.
Não é por obra do acaso que cada um vê o que está pronto para entender em uma paisagem, em um cenário, em uma vida, em uma tragédia.
É evidente que os mais evoluídos também aprendem com qualquer tragédia. É preciso conhecimento interior para se poder avaliar cada momento. Bom ou ruim, não importa.
O Japão praticamente já consertou o país depois do Tsunami. Nós ainda estamos amargando os problemas das enchentes no Rio de Janeiro... a postura de cada um frente ao mal faz toda a diferença.

Sempre é uma questão de agir e não de esperar que façam. Cada um tem que fazer a sua parte e não esperar por convocação.
Assim, entenderemos só o que nossa mente, até o ponto em que evoluiu, consegue ver e assimilar.
É a grande diferença e a singularidade que cada um tem em entender o seu "invisível".
Cada vez mais me convenço que o autoconhecimento é profundamente complicado. É muito mais fácil seguir do que criar o próprio caminho.
Seguir é só navegar por aquilo que se vê, cheira, toca ou compra. É confortável. Não é preciso lutar... É só ir na onda.
Daqui para frente, após o 11.11.11, os valores de cada ser humano ficarão cada vez mais transparentes e será fácil interpretá-los. O Portal foi aberto efetivamente e com ele a "invisibilidade humana" se tornará mais clara e até cristalina.
A frequência de energia ficará mais forte daqui para frente. Os coitados... ainda mais coitados. Os egocêntricos mais arrogantes. Os lúcidos, mais sábios.
Os que se interiorizarem terão mais capacidade para verem o que os demais sequer sonham existir.
Os que lutam serão cada vez mais guerreiros.
Os que se acomodam e acham que dinheiro compra felicidade, tenderão ao ócio, à depressão.
Cabe a cada um de nós escolher seu caminho e nele crescer, evoluir e amadurecer.
O terreno está à nossa frente. Limpo, arado e pronto para o que quisermos semear.
Depende de nossas atitudes e de mais ninguém. Não poderemos, contudo, reclamar se a colheita for ruim. A qualidade da "semente" depende de nós e de mais ninguém.
Somos os responsáveis pelas nossas colheitas.
O Invisível se tornará visível. Precisamos saber aproveitar.

domingo, 20 de novembro de 2011

Assim nasceu a canção "Noite Feliz"


Posted: 19 Nov 2011 09:47 PM PST

Em 24 de dezembro de 1818, a canção “Stille Nacht” (“Noite Feliz”) foi ouvida pela primeira vez na aldeia de Oberndorf (Áustria). Foi na Missa de Galo na minúscula capelinha de São Nicolau.

Estavam presentes o pároco Pe José Mohr, o músico e compositor Franz Xaver Gruber com seu violão, e o pequeno coro da esquecida aldeia. No fim de cada estrofe, o coro repetia os dois últimos versos.

Naquela véspera de Natal nasceu a música que passou a ser como um hino oficial do Natal no mundo todo. Hoje se canta nas capelas dos Andes e no Tibete, ou nas grandes catedrais da Europa.

Há muitas histórias sobre a origem dessa canção. Entretanto, a verdadeira é simples e risonha como a canção ela própria.

O Pe. Joseph Mohr, jovem sacerdote, compôs a letra em 1816. Ele estava encarregado da igreja rural de Mariapfarr, Áustria. Seu avô morava perto e é fácil imaginar que ele criou o texto enquanto caminhava para visitar seu ancião parente.

Nenhum evento particular inspirou o Pe. José para escrever a poética canção do nascimento de Jesus.

Em 1817 ele foi transferido para Oberndorf.

Na véspera do Natal de 1818 o Pe. José visitou seu amigo, o professor de música Franz Gruber, que morava num apartamentinho acima da escolinha da vizinha aldeia de Arnsdorf. Mostrou-lhe o poema e pediu-lhe uma melodia para a Missa de Galo daquela noite.

Quando aqueles dois homens acompanhados pelo coro cantavam por vez primeira em pé diante do altarzinho da capela de São Nicolau, o Stille Nacht! Heiligen Nacht! não faziam idéia da repercussão que o fato teria no mundo.

Karl Mauracher, mestre construtor e reparador de órgãos viajou várias vezes a Oberndorf para consertar o órgão. Numa das viagens obteve a partitura e a levou para sua terra. Foi assim, também despretensiosamente, que começou a difusão.

De início, nem tinha nome e era chamada de “canção folclórica tirolesa”.

Duas famílias que viajavam cantando canções populares do vale de Ziller incorporaram a peça a seu repertório e a entoaram em dezembro de 1832 em Leipzig num concerto de música folclórica. A partir de então a difusão progrediu como mancha de azeite.

Por fim, a família Rainer cantou o Stille Nach na presença do imperador da Áustria Francisco I e do czar da Rússia Alexandre I. A canção natalina passou a ser a preferida do rei Frederico Guilherme IV da Prússia.

O Pe. José morreu pobremente na cidadinha de Wagrain, nos Alpes, como pároco. Ele doou todos os seus bens para a educação das crianças.

O inspetor escolar de São Johann, num relatório ao bispo, descreve o Pe. José como um amigo dos fiéis, sempre perto dos pobres e um pai protetor. Seu nome foi esquecido por todos até ser recuperado posteriormente.

A família de Franz Xaver Gruber conservou alguns dos humildes móveis do músico e o violão daquela noite abençoada, hoje peça histórica. O túmulo de Franz é decorado com uma árvore de Natal todos os meses de dezembro.

A imagem dos dois co-autores está nos vitralzinhos da capelinha de São Nicolau.

Assim é a riqueza insondável da Igreja: faz nascer no coração dos humildes e despretensiosos frutos de graça, perfeição e beleza que os gênios naturalmente mais dotados do mundo jamais conseguem superar.

Essa é a causa sobrenatural do insondável mistério que faz da Civilização Cristã a obra prima por excelência sobre a face da Terra e o bem supremo dos homens logo abaixo, e só abaixo, da Igreja Católica, Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, única Igreja verdadeira.

sábado, 19 de novembro de 2011

Você está disposto a trazer sua porção sutil para o seu corpo?




"Vossos invólucros inferiores devem estar preparados para receber e expandir vibrações mais elevadas, mas cabe a cada um de vós, discípulos, libertar-vos de vosa autocriada limitação, ignorância e fanatismo, e perdoai Minha insistência neste ponto. Vinde e incorporai-vos à Legião de Amigos que vos amam e vos animam para que atuem com liberdade e sem qualquer restrição pela expansão da Luz edo Bem Comum sobre a Terra para, assim cooperardes com Nosso Plano Divino de salvar essa Bem Amada Mãe Terra"Saint Germain (trecho extraído do Livro Discursos de Saint Germain)

É com profunda dedicação que falo hoje, especialmente aos irmãos ocidentais, que há muito tempo separaram o espírito da matéria, corrompendo dessa maneira sua essência divina, o espírito que é seu guia e a mãe natureza, que é sua maior fonte de cura, transformando sua existência numa eterna guerra interior.
A pedido do Querido Mestre Kuthumi, cuja energia auxilia na compreensão e na ligação das energias sutis com a sabedoria da Terra, trago hoje a todos vós mais informações importantes para o aprofundamento das vossas manifestações sutis aqui, na matéria densa.

Em todas as tradições mais antigas existentes no Planeta e suas variadas culturas existiram simbologias representando a Terra como o Grande ser alquímico destinado a receber os seres humanos para sua transformação e cura. Simbolismo também existente no corpo humano através do ventre ou região abdominal.
Essas tradições mostraram ao homem a necessidade de transmutar em uma experiência humana o passado, para alcançar um futuro iluminado.

A cultura ocidental, durante a Idade Média usurpou através do domínio da Igreja a sabedoria e o poder, enfraquecendo as verdadeiras fontes de magia da natureza. A real busca do Santo Graal está relacionada à busca do feminino sagrado, do acolhimento do espírito pelo corpo humano, da graça, da abundância, ciclo que foi rompido com a Inquisição ao queimar as sacerdotisas e sua sabedoria.
Assim, vossos recursos foram minados por seres humanos hipinotizados pelos avatares da ganância e do poder.

O ser humano, como é dotado de livre arbítrio, agiu como elemento limitador, e raramente teve uma compreensão correta a respeito da necessidade da forte união com as energias da Terra, comprometendo assim, a sua ascensão.
Os Seres da Hierarquia dos Iluminados que auxiliam nesse processo insistem a muito que:“ Ninguém pode servir a dois senhores”, porque só existe uma Inteligência, Uma Presença e um Poder capaz de agir, que é a Presença de Deus. E, se, alguém deseja receber maior benefício e entendimento deverá ouvir com a mente inteiramente aberta, ciente de que, EU SOU em cada um é a capacidade infalível de aplicar e entender essas simples e poderosas Asserções da Verdade, e se comprometer com uma vida de serviço da Cura da Mãe Terra.

O Planeta e os seres humanos que nela habitam estão repletos de sofrimento, pois, se perderam na trajetória de retorno à casa do Pai, mantendo-se presos às contingências impostas pela história, desligaram-se das raízes tradicionais e unificadoras. As feridas são causadas pela ignorância e pelo preconceito de acharem que pertencem somente às energias sutis e elevadas, e não honrar a todas as tradições espirituais e às suas origens nativas.

“Kuthumi nos diz: Com que intensidade vós sentis a união com a Terra? Contatem todas as formas de vidas que vos rodeiam, como as plantas, os animais, as pedras e prestem atenção às suas mensagens. Vós pertenceis à Terra como estes seres. Vosso sangue é uma mistura de diferentes partes da humanidade.
Vossos corpos fornecem recipientes para o espírito, para os seres divinos, porém, sem consciência, precisam de ajuda para interagir com a realidade física e influenciá-la positivamente.”
É a realidade física que permite o encontro das energias de luz e sombra no interior de cada um e é no momento em que abraçam as duas que tornam-se capazes de se transformar.

Arcanjo Miguel explica: “ Existem muitos meios para explorar a escuridão interior. Vocês podem fazer isso através da exploração de imagens oníricas e atividades xamânicas que contornam o corpo mental e afetam profundamente aspectos do psiquismo. Esses rituais criam uma transformação em termos de experiência e através disso a escuridão e a luz podem convergir, aí se inicia a transformação”.

A função do Xamã no Planeta é interceder junto ao mundo espiritual, para que auxiliem nas mudanças que precisam ser efetuadas no mundo físico, pois eles são seres que venceram a morte através da doença, visões e sonhos.
Para os Xamãs o mais sagrado instrumento é o Cachimbo.
Sua haste representa o poder masculino, criativo e gerador que transmite a prece. O fornilho representa o ventre feminino receptivo que é a Terra.
Dentro desse fornilho (ventre) ocorre a transmutação das ervas e do tabaco, e a fumaça transporta as preces até as quatro direções.
Haste e Fornilho ligados funcionam em equilíbrio fazendo a conexão com todas as coisas no Universo.

O maior alquimista de todos os tempos e Senhor absoluto da Era de Aquário, Mestre Sait Germain usava todos os recursos disponíveis na natureza, pois, compreendia como ninguém que o patrimônio biológico humano contém lições evolutivas de todas as espécies com que compartilhamos na abençoada Mãe Terra. Ele já entendia e utilizava plantas, pois, sabia que muitas delas contém substâncias cerebrais, e que os animais nos sintonizam às realidades herdadas daquela criatura.

Sain Germain ensina:“ Todo discípulo ao se analisar honestamente, encontrará em seus sentimentos traços de dúvidas ou temor. Isso, naturalmente neutraliza em grande escala a força construtiva, que de outro modo poderia efetuar rapidamente sua realização.Com a simples compreensão dessa realidade na matéria a palavra fracasso seria apagada de seu mundo, pois, verificaria que tudo é dirigido por uma inteligência e propósito do Grande Pai todo Sabedoria. Essa Grande Opulência é vosso patrimônio e só pode obtê-la, aquele que se voltar para o Eu Sou e manifesta-lo na matéria sem nenhum preconceito ou intenção que o leve a separatividade”.

Aceitem o auxílio oferecido sem hesitação, se quiserem alcançar a Luz e a Ascensão.
Desejo a todos vós que seus olhos se abram para ver esses Maravilhosos Seres Ascensionados que habitam o mundo sutil, agindo em comunhão com as entidades que habitam as plantas, as pedras, aqui no mundo da matéria e que permitam que todos, Juntos possam ensinar-lhes a lidar com mais alegria e carinho com as realidades terrenas.
O Amor é o motivo de vossa existência, e é para aprenderdes isso é que estais aqui.
Apelai a Mim, e Eu os auxiliarei a expandir esse Amor.

Além de uma vida!


Além de uma vida 

Não custa lembrar que, às vezes, confundimos saudades com ausência e apego. Apenas para fazer uma referência de que pouco ou nada sabemos de nossas vidas.

Sim, nossas vidas são, para muitos, um grande mistério. Para outros simplesmente busca de prazer material e, finalmente, para alguns, um PRESENTE para a evolução.
Saudade é um sentimento nobre. Apego é não se ter a exata noção do que somos. Para complicar ainda mais, existe o combustível da ausência. Esta sensação vem do apego. A primeira, saudades, vem de bons sentimentos e momentos que jamais se repetirão. Saudades é sentir. Apego e ausência é possuir.
Não nos damos conta de que viver é jamais querer possuir e controlar a vida do outro. Isso cria karma.

Assim é uma vida. Liberdade e consciência. Somatória de momentos que se entende o seu significado, outros que simplesmente se vive, de alguns que jamais queríamos ter vivido e daqueles que realmente fazem uma vida... Quando aprendemos.
Porém, precisamos saber que a vida é muito mais que acumular riqueza material e viver para o nosso bolso.

Feliz daquele que já aprendeu isso. Vida é missão.

Feliz daquele que já tem consciência que aqui é apenas mais uma pequena etapa. Um espaço de tempo para se viver com equilíbrio e sabedoria. Vida é cumprir a missão.

Feliz daquele que sabe que as desigualdades são apenas um diferencial de oportunidade para se mostrar que sabemos viver com muito, com o suficiente ou com pouco. Vida não é apego.

Feliz daquele que sabe diferenciar um necessitado de um pedinte. Ambos se apresentam, para nós, praticamente da mesma maneira. O que muda é a razão e o porquê de pedir. Vida não é teatro.

Por conseguinte, sábio daquele que entende tudo isso como uma grande escola chamada Faculdade da Vida. Vida é busca de sabedoria.

Sábio daquele que, ao contrário de se revoltar, entende e percebe que o que acontece para nós, e nos revolta, só terminará quando aprendermos e aceitarmos a lição. Vida é se posicionar "diplomado".
Todos nós sabemos que não é fácil buscar nosso controle, conhecimento e conseqüente sabedoria. Facilmente confundimos controle mental com controle da situação.
Facilmente confundimos conhecimento com leitura e finalmente, facilmente, também, confundimos sabedoria com fanatismo.

Portanto, não há receita para se evoluir. Não há como generalizar as coisas e querer que cada um aplique a sua vida como alguém quer.

As famílias são diferentes. As sociedades mais ainda. As cidades, algumas, verdadeiros feudos. Os países com o seu karma maior ainda.

Apenas um exemplo... Nosso país é fantástico, mas por outro lado, um enorme núcleo de corruptos. O que precisa aprender um Brasileiro, que aqui vive?
"Viver neste meio de corruptos sem se tornar um".

Portanto, além de uma vida, existem mais coisas no ar do que simplesmente aviões, e pássaros... Energia.
E, é com ela, a energia que produzirmos, que colheremos a nossa vida.

Sei que nos veremos, mais conscientes.

A Mente dos Profetas!


A Mente dos Profetas 




No livro O eu e o inconsciente Carl Gustav Jung analisa o delicado equilíbrio entre as partes que compõem a mente, o consciente e o inconsciente e nos coloca diante de questões fantásticas pro campo da psicologia e metafísica, como a possibilidade da persona (a "máscara" da qual nos revestimos pra atuar como indivíduo) ser um mero recorte (algo emprestado) da psique coletiva, o que nos faz meditar sobre o quanto somos indivíduos e o quanto somos produto do meio...


Porquanto creia que é legal receber (e divulgar) comunicações de cunho espiritual, especialmente se forem pra nos alertarde coisas que possamos corrigir pro futuro, quando isso ganha contornos de culto, obsessão ou dogma, até mesmo com prejuízos para a própria pessoa, aí é caso pra psicólogo. Pessoas nesse caso (e seus seguidores) normalmente ficam revoltadas por achar que psicólogo é caso pra doido varrido, gente em camisa-de-força, e não se aplica pra os "gloriosos contatados" das orbes celestiais, mas vale sim, porque o tal contatado tem mente como qualquer pessoa, e está sujeito às influências do inconsciente - pessoal e coletivo - como qualquer outra pessoa!

É aí que entra o texto de Jung, que nos mostra que o inconsciente sempre tenta compensar (equilibrar) o conteúdo do consciente, geralmente (mas não necessariamente) com oposições. Quando há um desequilíbrio, causado por uma consciência falha, entra em ação a atividade automática do inconsciente, visando a geração de um novo equilíbrio. Mas Jung aponta que tal meta será alcançada sempre que a consciência for capaz de assimilar os conteúdos produzidos pelo inconsciente, isto é, quando puder compreendê-los e digeri-los. Se o inconsciente dominar a consciência, desenvolver-se-á um estado psicótico. No caso de não prevalecer nem se processar uma compreensão adequada, o resultado será um conflito.

Assim, no capítulo IV ("Tentativas de libertar a individualidade da psique coletiva") Jung nos fala que "Se os conteúdos do inconsciente chegarem à consciência, como o indivíduo reagirá? Será dominado pelos conteúdos? Aceita-los-á ‘credulamente’? Rejeita-los-á? O primeiro caso significa paranóia ou esquizofrenia; o segundo torna o indivíduo um excêntrico, com certo gosto pela profecia, ou então pode fazê-lo retroceder a uma atitude infantil, apartando-se da sociedade humana; o terceiro significa a restauração regressiva da persona". Mas é o segundo caso o que mais nos interessa:
Identificação com a psique coletiva

A segunda possibilidade seria a identificação com o inconsciente coletivo. Isto equivaleria a aceitar a inflação, exaltada agora como um sistema. Em outras palavras, o indivíduo poderia ser o feliz proprietário da grande verdade que o aguardava para ser descoberta, o senhor do conhecimento escatológico para a salvação das nações. Tal atitude não implica necessariamente a megalomania em sua forma direta, mas sim na forma atenuada e mais conhecida do reformador, dos profetas e mártires. As mentes fracas correm o risco de sucumbir a esta tentação, uma vez que geralmente se caracterizam por uma boa dose de ambição, amor-próprio e ingenuidade descabida. Abrir a passagem da psique coletiva significa uma renovação de vida para o indivíduo, quer seja agradável ou desagradável. Todos querem agarrar-se a esta renovação: uns, porque assim aumentam sua sensação de vida, outros porque vêem nisso a promessa de um maior conhecimento, ou então esperam descobrir a chave que transformará suas vidas. No entanto, os que não quiserem renunciar aos grandes tesouros enterrados na psique coletiva deverão lutar, de um modo ou de outro, a fim de manter a ligação recém-descoberta com os fundamentos originários da vida. A identificação parece ser o caminho mais curto, pois a dissolução da persona na psique coletiva é um convite direto para as bodas com o abismo, apagando-se toda memória nesse abraço. Este traço de misticismo é característico dos melhores indivíduos e é tão inato em cada qual como a "nostalgia da mãe", nostalgia da fonte da qual proviemos.

Não pretendo negar, em geral, a existência de profetas autênticos, mas, por cautela, começarei duvidando em cada caso individual; o assunto é sério demais para que se aceite, levianamente, alguém como um verdadeiro profeta. Se for este o caso, ele mesmo lutará contra toda pretensão inconsciente a esse papel. Portanto, se num abrir e fechar de olhos aparecer um profeta, seria melhor pensarmos num possível desequilíbrio psíquico.

Mas além da possibilidade de converter-se em profeta, há outra alegria sedutora, mais sutil e aparentemente mais legítima: a alegria de ser o discípulo de um profeta. Esta técnica é ideal para a maioria das pessoas. Suas vantagens são: o odium dignitatis, isto é, o da responsabilidade sobre-humana do profeta, que é substituído pelo otium indignitatis, que é muito mais suave. O discípulo é indigno; senta-se modestamente aos pés do "Mestre" e se protege contra os próprios pensamentos. A preguiça mental torna-se uma virtude; pelo menos, é possível aquecer-se ao sol de um ser semidivino. Pode desfrutar do arcaísmo e infantilismo de suas fantasias inconscientes sem esforço algum, pois toda a responsabilidade é deixada ao Mestre. Através da divinização do Mestre, o discípulo se exalta, aparentemente sem que o perceba. Além disso, não possui a grande verdade (que, naturalmente, não foi descoberta por ele), recebida diretamente das mãos do Mestre? É óbvio que os discípulos sempre se unem com solidariedade, não por laços afetivos, mas com o propósito de confirmar suas próprias convicções, sem esforço, engendrando uma atmosfera de unanimidade coletiva.

Há, porém, uma forma de identificação com a psique coletiva que parece muito mais recomendável; alguém tem a honra de ser um profeta, assumindo desse modo uma perigosa responsabilidade. Outro indivíduo, por seu lado, é um simples discípulo, administrador do grande tesouro que o Mestre alcançou. Sente toda a dignidade e o peso de uma tal posição e considera uma obrigação solene, ou mesmo uma necessidade moral, denegrir todos os que pensem diferentemente; sua preocupação é fazer prosélitos e iluminar a humanidade, tal como se ele mesmo fosse o profeta. São estas as pessoas que, ocultando-se atrás de uma persona aparentemente modesta, irrompem de repente na cena do mundo, inflacionadas pela identificação com o inconsciente coletivo. Tal como o profeta é uma imagem primordial da psique coletiva, o discípulo do profeta também o é.

Em ambos os casos, a inflação provém do inconsciente coletivo e a independência da individualidade é lesada. Mas uma vez que nem todos possuem a força de uma individualidade independente, a fantasia do discípulo é talvez a mais conveniente.
As gratificações da inflação decorrente representam, pelo menos, uma pequena compensação pela perda da liberdade espiritual. Nem devemos subestimar o fato de que a vida de um profeta, real ou imaginário, é cheia de tristezas, desapontamentos e privações; assim, pois, o bando de discípulos e a gritaria dos hosanna têm o valor de uma compensação. Tudo isto é humanamente tão compreensível, que quase deveria surpreender-nos se conduzisse a algo mais além

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Você já é um sucesso!


Você já é um sucesso!


Tem dias que não é nada muito fácil. Não sei, esquenta, o dia fica longo, todo mundo parece estar de péssimo humor. Você tenta resolver problemas e não consegue mesmo os mais simples. Parece que a cabeça não responde, ela vai sozinha para um mundo imaginário onde você não pode entrar e nada, nada mesmo funciona. O dia não rende. Nada rende!

Dá vontade de esquecer-se de tudo, dar uma de louca e sair andando ao léu pela rua, sem lenço nem documento. Nunca mais pensar numa conta para vencer (ou em muitas contas). Nunca mais ter que apagar incêndios no trabalho, na conta bancária, com o marido, com os filhos. Nunca mais ter que discutir o mesmo assunto infinitas vezes com os colegas e os parentes. Nunca mais precisar ser cobrada.

A vida em sociedade não é bolinho. Todos os dias somos bombardeados pelas coisas que não podemos ou não devemos fazer. Não coma muito, nada de doces. Não beba. Não dirija bêbado. Não estacione em local proibido. Não trate seus filhos mal, não descuide de sua  saúde. Não coloque o pé na escada rolante. Não deixe de ler 12 livros por ano. Não coma porcaria na rua; não gaste mais do que necessário; não peça empréstimos. Não navegue demais na internet, mas, ao mesmo tempo, não seja um sujeito mal informado. São tantas regras que tudo o que estamos vendo hoje em dia é gente querendo quebrá-las.

Nunca houve tantos acidentes no trânsito por beber e dirigir. Nunca houve tanta gente viciada em drogas. Nunca houve tanta obesidade, doenças infecciosas, crianças sendo molestadas pelos parentes. Nunca houve tantos sequestros, maremotos, furacões. Aviões que caem ou que são sequestrados. Nunca houve tanta desgraça anunciada.

Sim, anunciada. Porque as desgraça sempre houve. No século XIX a expectativa de vida de um homem burguês na Inglaterra era de 35 anos. A idade que eu tenho hoje, e que, sei que não vivi nada. As pessoas morriam de gripe! Ninguém passava da adolescência quando dos homens das cavernas, ou se morria de doença, solitário numa savana, ou algum animal o comia. Se formos comparar, meu Deus, como somos abençoados!
Hoje você sai na rua e escolhe: vou comer uma comida japonesa, chinesa, coreana ou tailandesa? E isso só se você quiser ficar pela Ásia, claro. Para chegar à Europa bastam nove horas com a bunda num confortável avião, com serviço de bordo e um filminho. D.Pedro, quando proclamou a independência do Brasil, acabara de subir, durante três dias no lombo de um burro, a Serra do Mar. Com dores fortíssimas de barriga porque não existia geladeira para a comida!

Hoje você abre a torneira e sai água quente ou fria, limpa e potável. Você abre a sua geladeira e acha um bifão congelado, todo limpinho, só ir pra panela. Ninguém mais vai pro terreiro matar a galinha se quiser um bom jantar, e comer com os mesmos legumes de sempre, porque não se tem muita opção. Você compra o pão, passa uma manteiga fresca e tem seu breakfast, tomando um café que uma máquina fez para você, quase sem esforço.  Mas nos acostumamos tanto com isso tudo, que não vemos as bênçãos que temos.

Que tal mudar de atitude e começar a ver isso tudo? Ver como o Universo é maravilhoso, como é riquíssimo. Sim, tem gente em evolução, passando fome na África, mas a maioria dos sete bilhões de pessoas do mundo come, e muito bem. Ainda temos muito trabalho (ainda bem) e vamos em frente com isso, mas não dá pra maldizer a vida porque seu celular quebrou ou seu pneu furou. Porque se isso aconteceu é porque é tão privilegiado (de morar numa boa cidade, ter condições de comprar essas coisas, saber dirigir) e tem tantos méritos que conseguiu isso tudo.

Não interessa de onde venha, o importante é saber que é seu, que é sua conquista. E saber que o Universo está ainda muito, muito lotado de soluções que só precisam do nosso trabalho para aparecer. Isso que é trabalho! É você mergulhar de cabeça numa coisa que o estimula a fazer parte deste todo. A participar da maravilhosa máquina que é a vida humana, com todas as suas invenções, curas, beleza, tecnologia, facilidades. Não interessa se o salário não é o ideal, se a sua casa ainda não tem uma banheira de hidromassagem com cromoterapia ou se seu carro não é o último lançamento da BMW.

Curta o que você tem agora! Seja feliz com tudo o que você é e conquistou, aproveite isso a cada minuto. Faça o seu melhor, sempre! Seja o melhor para o mundo, para sempre. Esse é o caminho mais curto e mais fácil e maravilhoso para o sucesso! Você já é um sucesso!

Sonhos!


Sonhos



Os sonhos são pensamentos, sensações, imagens e emoções que passam pela nossa mente enquanto estamos adormecidos. São parte de um estado alterado de consciência, no qual entramos a cada noite.

Em média, cerca de 20% do nosso sono é passado no estado de sonho. Para a maioria das pessoas, isso dura em torno de uma hora e meia a cada noite. Ninguém sabe exatamente por que o fazemos, mas a ciência pode atestar que durante os estágios mais profundos do sono, a fase REM (Rapid Eye Moviments, que em português significa Movimento Rápido dos Olhos) nosso cérebro permanece incrivelmente ativo.

O sonho é a linguagem das nossas almas: as visões, os sons e as sensações que nos atingem falam diretamente a nós e por nós enquanto estamos inconscientes. É como se a mente nos levasse a um mundo misterioso, onde tudo pode acontecer.

Embora seja misterioso, e algumas vezes assustador, esse mundo dos sonhos é intensamente pessoal e particular e nos proporciona um modo de compreender nossa vida consciente e desperta. Infelizmente, quando acordamos, com freqüência lembramos apenas uma fração do que sonhamos e, algumas vezes, não lembramos nada, achando que não sonhamos. Apesar dessa sensação, todo mundo sonha todas as noites. Sonhar é parte essencial de nossas vidas, na verdade, se não sonhássemos, adoeceríamos.

Muitas pessoas se perguntam: Por que sonhamos? O que são os sonhos, afinal? As teorias do sonho e do sonhar são talvez tão diversas e variadas quanto os próprios sonhos. A principal partiu de Sigmund Freud, o pai da psicanálise, que caracterizava os sonhos como a libertação de desejos reprimidos, ou seja, para Freud as coisas que desejamos e não nos encorajamos a fazer são liberadas pelo nosso inconsciente enquanto dormimos.

Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, decidiu seguir seu próprio caminho: defender suas idéias, que eram diferentes das propostas por Freud. Jung concordava que os sonhos eram manifestações do inconsciente, só que de forma a buscar o equilíbrio do "eu", nossa percepção de nós mesmos e do mundo a nossa volta.

As explicações variam muito de acordo com nossos costumes, religiões e modo de vida. Para os religiosos, as imagens que nos visitam quase todas as noites são mensagens divinas ou demoníacas. Alguns acreditam que nossa alma, ou essência, pode deixar o corpo durante o sono e viajar para o plano astral. Já os paranormais, encaram os sonhos como a manifestação de poderes mentais que não dominamos quando estamos acordados, como a premonição, a telepatia, etc.

Sabe-se também que os sonhos nos revelam detalhes das nossas vidas passadas. Assim, além do "significado" que os sonhos possam ter, a maioria das pessoas concorda que por meio deles estamos solucionando problemas.

Cada um tem uma visão a respeito deste tema e ninguém é mais adequado para interpretar o significado de um sonho, o problema ou crise que ele representa, do que o sonhador. Todas essas perspectivas têm um lógica interna, por isso, esteja aberto e use sua intuição para descobrir o que o seu sonho diz.

Algumas dicas de como lembrar e entender os sonhos:

- Tenha sempre um caderno e uma caneta na sua mesa de cabeceira. Se possível, permaneça na cama alguns momentos após o despertar e pense no sonho. Registre-o em detalhes: concentre-se nas imagens, nas pessoas. Pense no que elas significam para você.
- Manter um diário de sonhos é um recurso extremamente útil. Ele pode fazer-lhe grandes revelações sobre sua vida inconsciente
- É importante que você escreva tudo o que conseguir lembrar. Não elabore nem censure nada.
- Muitos sonhos não são completos em si mesmo, e sim, desdobram-se gradualmente num período de tempo. Se você censurar detalhes não muito claros, perderá informações importantes, que poderão ser esclarecedoras posteriormente.
- A medida que seu diário de sonhos evolui, você começará a perceber a ligação entre os sonhos.
- Não bloqueie as manifestações do seu inconsciente. Diga a você mesmo que está receptivo para saber seja lá o que for.

Boa sorte e bons sonhos!

"Tudo o que vemos ou sentimos, nada mais é do que um sonho dentro de um sonho".
Edgar Allan Poe

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O ego quer afirmação. A alma, leveza!


O ego quer afirmação. A alma, leveza!

A afirmação do ego ou a leveza da alma? Independentemente de nossa vontade, o conflito se estabelece entre o ego e a alma. Essa crise silenciosa revela que o ser inteligente busca, inconscientemente, algo que faça sentido à sua existência física.


Nesse sentido, por mais primitivo que seja o ego, a alma pressiona-o para que ele ceda espaço à sua manifestação. E nessa forma de disputa, ocorrem as crises, à medida que o ego tenta impor a sua necessidade de afirmação e domínio...

No mundo moderno, a busca pela afirmação pessoal e profissional em um cenário competitivo, faz com que o homem urbano seja agressivo em relação aos seus objetivos, onde valores ético-morais, muitas vezes, não são considerados no contexto social.

Quando abdicamos de valores essenciais ao nosso crescimento, em detrimento de valores que estimulam a competitividade e a violência implícita, abrimos uma porta para que o desequilíbrio psíquico-espiritual se estabeleça em nossas vidas.

Na situação inversa, quando em benefício de valores que transcendem a realidade física, negligenciamos valores necessários ao crescimento pessoal e profissional, também perdemos o foco do equilíbrio vital, pois somos seres reencarnados com responsabilidades ligadas ao eu e ao ao outro quando nos reencontramos para nova oportunidade no aprendizado do amor.

Portanto, a disputa interna entre o ego que busca reconhecimento social, afirmação e apego, e a alma, que deseja leveza e desapego material, é uma realidade que ocorre no âmbito de nossa natureza interdimensional.

O desequilíbrio destas potencialidades que são inerentes ao ser humano, leva o indivíduo a sair do foco de seu objetivo vital, que é encontrar o difícil equilíbrio entre o apego do ego e o desapego da alma.

No entanto, essa indecisão, geradora de angústia existencial, torna-se um mecanismo psíquicamente saudável quando percebemos que o momento vital exige uma gradual mudança de atitudes diante da vida, o que pode vir em forma de questionamento a si mesmo, como por exemplo: "Afinal, o que desejo para mim e para o outro nessa jornada de encontros, reencontros e desencontros?"

Quando abrimos a mente -e o coração- a novos aprendizados, liberamos a energia do amor que encontrava-se bloqueada devido ao conflito entre o ego e a alma. Nessa relação, ao apurarmos a percepção da necessidade de transformar a si mesmo, surge o estímulo que emana da Luz como instrumento de reforma interior.

O processo de transformação íntima nos leva ao discernimento, que nos leva à lucidez e ao autoconhecimento. Base para entendermos as mazelas do ego em conflito com a alma e superarmos a fase de angústia existencial com um melhor nível de compreensão de si mesmo, do outro e do mundo que nos rodeia.

Sábio é o indivíduo que aprendeu com as crises existenciais, a ser menos arrogante, intolerante e agressivo na relação com a vida. Sábio é o sujeito que trilha o caminho do meio que leva-o ao equilíbrio de forças entre o crescimento pessoal e o crescimento espiritual.

Afirmar o ego não significa passar por cima de tudo e de todos como se fossemos o centro do universo. Assim como desenvolver valores que elevam o espírito, não significa abrirmos mão da busca por melhores condições de conforto material para si e para a família.

Na vitrine universal, somos a síntese de nossas próprias obras edificadas nas muitas vidas do espírito imortal. Obras que na sua maioria carecem de recomeço, continuidade ou acabamento, pois, geralmente, não concluímos o que começamos, ou não iniciamos o que planejamos para a jornada vital.

Ciclicamente, a oportunidade ressurge no sentido de iniciarmos nova obra ou darmos andamento ao que ficou do passado. Esse exercício de sintonia interdimensional que contempla valores materiais e valores espirituais em simbiose com o significado da vida, é o que necessitamos para garantir em harmonia vital, a afirmação do ego e a leveza da alma.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Falando de Ilusões e Querelas, na lata!


Falando de Ilusões e Querelas, na lata! 


(E Descendo a Lenha na Arrogância - em Nome do Papai do Céu)

Quem diz que tudo é Maya e, por isso, nega a vida, já caiu na própria armadilha do que fala. Porque negar a Vida também é Maya*.
E renegar o corpo é tolice maior ainda.
Com o perdão do trocadilho, "achar que tudo é ilusão, é um tipo de ilusão".
Se o Papai do Céu está em todas as coisas, Ele não está somente dentro dos corações, mas, também, no próprio coração da Vida.
Se o Divino é Puro Espírito, Ele interpenetra a tudo o que é denso, seja corpo ou pedra; espírito ou madeira; sábio ou idiota.
A ilusão real está em não perceber isso.
O espaço sideral e um simples átomo; o urso comilão e o asceta; o iniciado e o profano; o materialista e o espiritualista; o iogue e o troglodita; tudo é Luz.
A ilusão não está nas coisas da criação, mas, sim, no apego a elas e na arrogância de se sentir superior aos outros seres.
E também é ilusão não ser feliz e ficar de semblante amarrado e criticando tudo.
Alguns caras radicais, sem pé nem cabeça e tortinhos demais, não suportam ver alguém feliz - e esse tipo de postura não é um tipo de ilusão?
Que espiritualidade é essa que abomina o riso?
Não, não! Essa galera está bem equivocada.
Se até o Papai do Céu ri - pois, se Ele criou a tudo, também criou as risadas -, imagine os homens da Terra...
Negar a vida não está com nada!
Assim como negar o espírito é uma furada monumental.
O corpo não é impuro; é simplesmente um pedacinho vivo da Natureza e faz parte da mesma Luz que está em tudo.
Entretanto, o coração dessa gente que nega as coisas do mundo está bem sujo.
Porque sua arrogância já toldou seu Amor e sua Inteligência.
Falando claro: essa galera padece de "frieira psíquica".
Por isso estão sempre constritos e bicudos. E como pode ser isso?
Alguém que não ri pode falar de evolução espiritual?
Se nega a Vida, também nega a si mesmo - e ao Papai do Céu, que é quem mais ri no universo.
Maya é essa gente chata pra dedéu e metida a besta!
De que adianta não comer isso ou aquilo, se continua a comer irritação em todo momento?
E alguns até flexibilizam bem os movimentos do corpo, mas não são capazes de flexibilizar suas emoções e posturas mentais radicais.
São capazes de "plantar bananeiras incríveis", mas - novamente com o perdão do trocadilho -, "se embananam bastante" diante das coisas simples da existência.
Ô gente insossa!
Se pudessem, iriam morar em algum recanto do Himalaia, não por Amor à espiritualidade, mas para fugir das lutas e aprendizados do mundo.
E, com essa postura, o máximo que conseguem é transformar o próprio coração numa caverna escura e sem compaixão.
E, mais honrado e espiritualizado é quem vê o Divino em tudo, inclusive, no coração dos outros, e na vida comum... Porque, mesmo passando pelas dificuldades do cotidiano, ainda assim, se lembra do Papai do Céu - e valoriza a Vida e ri bastante...
Esses são os verdadeiros gurus: encontraram felicidade só pelo fato de simplesmente existirem. E, em cada respirada que dão, honram a Vida, neles mesmos.
Podem até falar do espírito, mas não negam o corpo. E alguns até sonham em visitar o Himalaia, mas, para encher as cavernas geladas de risadas bem quentes e gostosas.
São Budas do mundo. E como são gratos ao Papai do Céu, só pelo fato de existirem, são contentes e desprendidos de tolices e querelas sem nexo.
E, assim, realizam o próprio espírito. E suas risadas ecoam de estrela em estrela...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Conversando com os espíritos!


Conversando com os espíritos 

A barreira que separa o mundo espiritual do mundo material vem diminuindo.
"Desde minha infância, graças ao Pai Celeste, sou seguido por um Ser quase divino, cuja voz me interpela a esta ou àquela ação".
- Sócrates (filósofo grego do Séc. V AC.)
"Você já viu vultos escuros (espíritos das trevas), brancos (espíritos de luz) ou um ser espiritual nitidamente"?"
"Se não viu, já sentiu uma presença espiritual em forma de impressão, sensação no canto dos olhos (de relance), atrás de você, ou como se alguém passasse (bem rápido) em sua frente"?
"Já teve a impressão de que alguém o estava observando, espionando"?
Quando faço essas perguntas na entrevista inicial de avaliação (anamnese) com os meus pacientes ou mesmo em minhas palestras, é freqüente a maioria afirmar que sim.
No entanto, muitos não acreditam, pois acham que tais percepções ou impressões são fantasiosas, fruto de sua imaginação e acabam ignorando-as.
Apesar de não ter uma mediunidade aflorada, ostensiva, como muitos têm- passei por uma experiência espiritual interessante.
Certa ocasião, num domingo, após o almoço, resolvi tirar um cochilo em meu quarto. Estava na penumbra, deitado, quase dormindo (estado entre o sono e a vigília); não sei por que, abri meus olhos e, subitamente, vi em minha frente, suspensa no ar, flutuando, uma cabeça em miniatura de um ser espiritual das trevas, usando um capuz preto - ao estilo Franciscano.
Não dava para ver seu rosto, pois dentro do capuz só via um buraco negro. A cena veio em flash, em fração de segundos apareceu e sumiu. Atônito, assustado, achei que estava tendo um pesadelo, ou uma mera fantasia, fruto de minha imaginação, pois a cena surgira de relance, repentinamente.
No entanto, posteriormente, aquela cabeça com capuz preto apareceu novamente, nas mesmas condições da primeira vez. Curiosamente, apesar de não ver o seu rosto, sabia, intuitivamente, tinha certeza que era uma mulher, e sentia que a havia prejudicado no passado, numa vida passada. Certamente, um leitor de mente cartesiana, racional, lógica e cética, ao ler esse artigo poderá se perguntar: - Como este sujeito sabia que esse "suposto ser espiritual" era uma mulher, se não viu o seu rosto?
Não é à toa que o mestre Aurélio, em seu Novo Dicionário da Língua Portuguesa, define Intuição "um conhecimento imediato, que independe do raciocínio".
Ele definiu de forma correta, precisa, pois o fenômeno da intuição realmente é um conhecimento que vem de forma direta, súbita, repentina, e que não faz parte do intelecto, da razão, mas sim da alma, do espírito. Melhor explicando: ao intuir, você não consegue explicar de forma lógica e racional por que sabe; simplesmente, você sabe. Portanto, é um saber que vai além da lógica, extrapola a razão. Por isso, eu sabia que aquele ser espiritual era uma mulher, que não queria se identificar, e que havia prejudicado. Isso pode parecer ilógico, sem sentido, um absurdo para uma pessoa incrédula, cética, que fica presa, limitada, circunscrita apenas à sua mente racional.
Na verdade, o termo 'absurdo' é tudo aquilo que os nossos sentidos físicos não conseguem entender, explicar de forma lógica. No entanto, fiz a oração do perdão de coração e com humildade para aquele ser das trevas pelo mal que lhe causei no passado, e ela me apareceu pela terceira e última vez novamente em flash, mas, desta vez, sua imagem com capuz preto estourou como uma bolha de sabão, desaparecendo de vez. Intuí que ela havia sido levada à luz, pois senti que havia me perdoado.
Na verdade, somos todos médiuns (uns mais, outros menos desenvolvidos), e que a mediunidade é um fenômeno espiritual natural que ocorre com muito mais freqüência do que muitos possam imaginar.
Vivemos num mundo moderno, cheio de distrações (televisão, rádio, internet, celular, etc.) que nos dificultam sobremaneira de entrar em contato com o nosso interior, além de vivermos numa sociedade tecnicista, que valoriza mais o pensar, a lógica racional, do que o sentir, que é a intuição. Isso tudo nos impede de perceber os sinais do mundo espiritual.
Resultado: inabilidade em usar a intuição e se comunicar com os seres espirituais.

domingo, 13 de novembro de 2011

O medo do futuro...


O medo do futuro 


O medo é, sem dúvida alguma, o maior desafio que temos pela frente nos dias que correm. Se nos deixarmos contaminar pela realidade que a mídia nos apresenta a cada dia, certamente ficaremos paralisados e desistiremos de continuar seguindo em busca de nossos sonhos e objetivos.

Se olharmos para trás na trajetória que a humanidade vivenciou, podemos observar que a violência sempre esteve presente, ela é parte indissociável da natureza humana.

Sempre houve, ao logo do tempo, aqueles que viveram num estado de total inconsciência, expressando apenas o lado animal de seu ser e reagindo aos acontecimentos de forma puramente instintiva.

Aos poucos, a evolução nos permitiu desenvolver cada vez mais nossa inteligência e colocá-la a serviço do homem, ainda que muitas vezes para objetivos nada louváveis.

Porém, se pararmos durante alguns minutos para refletir, observaremos que o conhecimento acerca de nós mesmos e a disseminação das verdades sobre nossa origem divina nunca foram tão difundidos.

Apesar de toda a negatividade que vemos ao nosso redor, as luzes da consciência despontam cada vez mais no planeta. Neste sentido, a internet desempenha um papel importantíssimo e não por acaso, ela vem crescendo a cada dia.

Muitos de nós, tornam-se instrumentos de disseminação da luz e utilizam todos os recursos, inclusive os que a ciência coloca à disposição, para fazer frente às tentativas daqueles que ainda insistem em nos manter adormecidos.

Para vencer o medo é fundamental acreditar que podemos, sim, através da consciência e da expansão dos valores como o amor e a solidariedade, escrever uma nova história para a humanidade.

O primeiro passo é guiar-se acima de tudo pelo coração, enxergando em cada ser, alguém que como nós, também anseia ser amado, compreendido e aceito exatamente como é. É esta mudança no padrão da consciência humana que criará a realidade com que todos sonhamos.

"....Somente buscando nossos corações, somente permitindo que nossos corações dancem, cantem e amem, nós seremos capazes de manter a glória e a dignidade de um ser humano, caso contrário, elas se perderão.

O futuro lhe parece sombrio porque você apenas vê o lado escuro do fenômeno. Você não está consciente de seu lado mais luminoso. Eu vejo a madrugada chegando muito próxima. Sim, a noite é muito escura, mas o futuro não é sombrio, de maneira alguma.

Na verdade, pela primeira vez na história humana, milhões de pessoas serão capazes de se tornar Budas. No passado, era muito raro tornar-se um Buda, porque era muito raro tornar-se consciente da mecanização do homem. Era preciso uma grande inteligência para estar consciente de que o homem é uma máquina. Mas agora não será preciso uma grande inteligência, ficará muito óbvio que o homem é uma máquina.

E você diz, '...a destruição das florestas e a poluição do ar e do mar, de tal modo que é incerto se o meio ambiente conseguirá manter seu delicado equilíbrio...
Esta é uma das mais belas coisas a respeito da ciência e da tecnologia: ela cria problemas apenas para resolvê-los. E o problema somente pode ser resolvido, após ter sido criado; então, ele se torna um desafio.

Agora o maior desafio para a tecnologia é como manter o equilíbrio da natureza, como manter a harmonia ecológica. Este é um novo problema, ele nunca existiu antes. Pela primeira vez o Ocidente está encarando um novo problema.

Nós temos vivido nesta Terra há milhões de anos. Pouco a pouco, nós estivemos crescendo, nos tornando mais e mais hábeis tecnologicamente, mas ainda não tínhamos sido capazes de destruir o equilíbrio natural; nós ainda éramos uma força muito pequena sobre a terra.

Agora, pela primeira vez, a nossa energia está maior, muito maior do que a energia da terra que mantém o seu equilíbrio. Isto é um grande fenômeno. O homem tornou-se tão poderoso que ele consegue destruir o equilíbrio natural. Mas ele não irá destruí-lo, porque destruir o equilíbrio natural significa destruir a si mesmo.

Ele encontrará novas maneiras; e novos caminhos serão descobertos. O caminho para recuperar o delicado equilíbrio da natureza não será através da renúncia à tecnologia. Não será nos tornando hippies, não será nos tornando Gandhis, não, de jeito algum.

O caminho para recuperar o equilíbrio da natureza será através de uma tecnologia superior, uma tecnologia mais elevada, mais tecnologia. Se a tecnologia consegue destruir o equilíbrio, por que ela não conseguiria recuperá-lo? Qualquer coisa que pode ser destruída pode ser criada. (...)

O caminho não é o retrocesso; não é possível retroceder. O homem agora não consegue viver sem eletricidade, sem todos os confortos que a tecnologia colocou à sua disposição. E também não há necessidade disso. Isso tornaria o mundo muito pobre.

Você não sabe como o homem viveu no passado, sempre faminto, sempre doente. Você não sabe como o homem viveu no passado; as pessoas se esqueceram. Você não sabe qual era a expectativa de vida no passado: em vinte crianças nascidas, apenas duas sobreviviam. A vida era muito feia.

E sem as máquinas, havia escravidão. Foi apenas por causa das máquinas que a escravidão desapareceu sobre a Terra. Se mais máquinas vierem, então desaparecerá ainda mais essa escravidão. Os cavalos serão mais livres se mais carros existirem; os bois estarão livres novamente se mais máquinas existirem para fazer o seu trabalho; os animais poderão ser livres novamente.

A liberdade não é possível sem as máquinas. Se você abandonar as máquinas, o homem se tornará escravo novamente. Haverá pessoas que começarão a dominar e a impor. Você já viu as pirâmides? Elas têm um visual tão bonito, mas cada pirâmide foi construída de uma tal maneira que milhões de pessoas morreram em sua construção. Aquela era a única maneira de construí-la. Todos os belos palácios do mundo, e as fortalezas... Muita violência aconteceu, somente assim puderam ser construídos.

A Grande Muralha da China - milhões de pessoas morreram na construção. Elas foram forçadas, gerações de pessoas foram forçadas, apenas para construir essa Muralha da China. Agora as pessoas vão até lá para ver, e se esquecem completamente de que ela representa um capítulo muito feio da história. (...)

Eu sou totalmente a favor da ciência. Minha religião não é contra a ciência; minha religião absorve a ciência. Eu acredito num mundo científico. E através da ciência, uma grande religião vai surgir para o homem, porque quando o homem estiver realmente livre para ser brincalhão e não tiver necessidade de trabalhar, uma imensa criatividade será liberada. As pessoas pintarão, tocarão música, dançarão, escreverão poemas, irão orar, irão meditar. Toda a energia das pessoas estará livre para voar alto. (...)

Eu sou tremendamente esperançoso a respeito do futuro (...)
Eu não acho que o futuro seja sombrio. O futuro é muito cheio de esperança, muito brilhante... Tudo o que pode ser alcançado no mundo externo já foi alcançado... Agora, uma nova aventura.

O que aconteceu com Buda pode acontecer com toda a humanidade no futuro. Ele viveu no luxo - ele era filho de um rei - e por causa dessa vida luxuosa, ele tornou-se consciente. Uma vez que não havia problema algum do lado de fora, ele pode cair em si mesmo, ele pode encontrar maneiras e meios de entrar no mundo interior. Ele tornou-se interessado em saber 'Quem sou eu?' O que aconteceu ao Buda pode acontecer a toda a humanidade se ela se tornar rica, externamente rica. Estar rico externamente é o começo da riqueza interior.

E eu lhe ensino uma religião que pressupõe a ciência, uma religião que é sensata e sensual. Eu lhe ensino uma religião que aceita o corpo, que ama o corpo e que respeita o corpo. Eu lhe ensino uma religião que é terrena, que ama esta bela Terra, que não é contra a Terra. A Terra tem que ser a base de seu vôo celestial."