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sábado, 23 de julho de 2011

O SANTO SUDÁRIO !

Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (1)


Dra. Emanuela Marinelli
Com a segurança de quem conhece em detalhes toda a história do Santo Sudário, bem como as provas de sua autenticidade obtidas em rigorosas análises científicas, a Dra. Emanuela Marinelli responde às questões levantadas pelo Sr. Julio Loredo, correspondente de Catolicismo na Itália.

E a conclusão inescapável é que a imagem impressa na sagrada relíquia ‒ que se encontra em Turim, para veneração dos fiéis do mundo inteiro ‒ corresponde à imagem completa de um homem crucificado, estritamente de acordo com as narrativas dos Evangelhos sobre a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Emanuela Marinelli é graduada em ciências naturais e geológicas, com habilitação para lecionar Matemática, Ciências Naturais, Química e Geografia. Trabalhou como contratada pelo Instituto de Estudo de Mineralogia da Universidade de Roma em 1974 e 1975.

Leciona desde 1976 em escolas públicas, e a partir de 1981 ensina Geografia física, política, econômica e turística no Instituto Profissional para Serviços Comerciais e Turísticos Júlio Verne, de Roma. Também lecionou iconografia, iconologia e simbologia cristã na Universidade Assunção, de Orvieto.

Entre 1977 e 1985, tornou-se membro do Centro Romano de Sindonologia. Nesse centro, freqüentou o curso bienal de estudos do Sudário sobre a Paixão de Cristo, tornando-se depois professora dos referidos cursos. Após ter participado de um subseqüente curso bienal de catequese ministrado pelo Vicariato de Roma, este lhe outorgou em 1987 o diploma de catequista especializada em Catequese da Paixão.
Como professora, participou em 1987 do primeiro curso de Sindonologia, realizado em Roma pelo Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor.

Entre 1988 e 1992, promoveu cursos de aperfeiçoamento para professores de Religião da diocese de Roma, sobre os tópicos relativos ao Sudário, tendo feito o mesmo em outras dioceses da Itália. A partir de 1977, profere conferências em diversas regiões da Itália e no exterior, escreve artigos em jornais e revistas, e participa de programas de rádio e televisão.

Veja vídeo
Santo Sudário: história
e "descoberta" fotográfica
Participou dos congressos sobre o Sudário realizados em Turim (1978), Bolonha (1981), Trani (1984), Siracusa (1987), Paris (1989), Cagliari (1990), Roma (1993), Nice (1997), Turim (1998), Richmond (1999), Rio de Janeiro (1999), Orvieto (2000), Dallas (2001), Paris (2002), Rio de Janeiro (2002) e Dallas (2005).

Em 1990, em colaboração com Orazio Petrosillo, escreveu para a Editora Rizzoli o livro La Sindone - Un enigma alla prova della scienza, traduzido para o inglês, francês, espanhol e polonês. Em 1996, para a Editora S. Paolo, o livro La Sindone, un immagine “impossibile”, traduzido para o português e o polonês.

Em 1997, para a Editora S. Paolo e em colaboração com Maurizio Marinelli, elaborou os textos para o CD-Rom Sindone viva, além de trabalhar para a sua realização. Escreveu em 1998 para a Editora Rizzoli, em colaboração com Orazio Petrosillo, o livro La Sindone - Storia di un enigma, edição atualizada daquela publicada em 1990; e para a Editora S. Paolo, em colaboração com Maurizio Marinelli, o livro Cosa vuoi sapere sulla Sindone?.

Em colaboração com Giulio Fanti, escreveu em 1999 o livro Cento prove sulla Sindone - Un giudizio probabilistico sull'autenticità. Em 2002, redigiu para a Editora Delta 3, em colaboração com Maurizio Marinelli, a obra La Sindone - Un incontro con il misterio. E em 2003, para a Editora Progetto Editoriale e em colaboração com Giulio Fanti, o livro La Sindone rinnovata - Misteri e certezze.

Ela figura entre os promotores do movimento Collegamento pro Sindone e da revista bimestral homônima, agora na internet, iniciativas para as quais trabalhou ativamente desde o início.

* * *
Abgar, rei de Edessa, recebe cópia do Santo Sudário na época de Cristo
Catolicismo — O Santo Sudário é considerado a relíquia mais importante e a mais rica prova documental dos sofrimentos da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, e até de sua Ressurreição. Foi possível reconstituir seu itinerário do sepulcro de Jesus até Turim?

Profa. Marinelli — No século II, existia em Edessa (atual Urfa, na Turquia) uma imagem especial da face de Jesus em tecido. Na Doutrina de Addaï, provavelmente do Apóstolo Judas Tadeu (uma composição siríaca que remonta ao fim do século IV), lê-se que Abgar V Ukama (o Negro), rei de Edessa na época de Cristo, estava doente.

Abgar enviou então seu arquivista e pintor Hannan a Edessa, o qual voltou dessa cidade com uma cópia da imagem de Cristo, pintada por ele, com uma carta que continha uma promessa de Jesus assegurando a incolumidade da cidade (foto ao lado).

No século VI, foi descoberta essa imagem da face de Jesus em tecido (acheropita, ou seja, que não foi feita por mãos humanas), dita Mandylion (lenço).

Em 944, após intenso assédio, os bizantinos arrebataram o Mandylion da autoridade islâmica do sultanato árabe de Edessa, e no dia 15 de agosto a relíquia chegou a Constantinopla.

Numerosas testemunhas e descrições relacionam o Mandylion com o Sudário, e com toda probabilidade ele era o próprio Sudário dobrado de outra maneira, permitindo que se visse somente a face.

Em 1204, Roberto de Clary, cronista da IV Cruzada, em sua obra A conquista de Constantinopla, registra que logo após a queda de Constantinopla em mãos dos cruzados ocidentais (14 de abril de 1204), um Sudário era exposto toda sexta-feira na igreja de Santa Maria de Blachernae; e que sobre aquela tela a figura de Cristo era claramente visível.

Santo Sudário e Cristo Pantocrator do mosteiro de Santa Catarina no Sinai, século V
E acrescenta: “Mas ninguém sabe o que terá acontecido com o Lençol depois de conquistada a cidade”.

Em 1205, Teodoro Angelo-Comneno, irmão de Miguel I, déspota de Epiro e sobrinho de Isaac II, imperador de Bizâncio quando do assédio da cidade pela Cruzada latina, afirma que o Sudário se encontrou em Atenas.

Em 1208, Pons de la Roche doou ao arcebispo de Besançon, D. Amadeus de Tramelay, o Sudário que seu filho Othon de la Roche, duque latino de Atenas, lhe havia enviado de Constantinopla.

Em 1314, os Templários (ordem de cavalaria de cruzados) foram condenados como hereges, sob a acusação de praticar um culto secreto a uma face que parece ter sido reproduzida do Sudário. Um deles chamava-se Geoffroy de Charny.

Em 1356, Geoffroy de Charny, cavaleiro cruzado homônimo do precedente, arrebatou o Sudário dos cônegos de Lirey, localidade próxima de Troyes, na França. A preciosa tela permaneceu em sua posse pelo menos três anos. Sua esposa, Jeanne de Vergy, é bisneta de Othon de la Roche.

Passou pela mão dos templários
Em 1453, Margarida de Charny, descendente de Geoffroy, cedeu-o a Ana de Lusignano, mulher do duque Ludovico de Sabóia, que passou a custodiá-lo em Chambéry.

Em 1532, a urna de madeira revestida de prata, que guardava o Sudário na Santa Capela do castelo dos Sabóia, teve um dos lados arrebentado, sofrendo a relíquia danos notáveis.

Em 1578, o rei Emanuele Filiberto transferiu o Sudário para Turim a fim de abreviar a viagem de São Carlos Borromeu, que desejava venerá-lo para cumprir um voto. Este é o itinerário conhecido do Santo Sudário.

Catolicismo — Quais são as características do tecido do Sudário?

Ampliação do tecido
Profa. Marinelli — É um grande lençol de linho marcado pelo tempo. A manufatura rudimentar do tecido, a torção dos fios em Z (em sentido horário), a textura em diagonal 3 por 1, a presença de traços de algodão egípcio antiqüíssimo, a ausência de traços de fibra animal ‒ tudo isso torna verossímil a origem do tecido na área sírio-palestina do primeiro século.

Outros indícios importantes de autenticidade: grande abundância de pólen de origem médio-oriental, de aloé e mirra; presença de um tipo de carbonato de cálcio (aragonite) similar ao encontrado nas grutas de Jerusalém; uma costura lateral idêntica à existente nos tecidos hebraicos do séc. I provenientes de Masada, um local vizinho do Mar Morto.

Franco Testore, professor de tecnologia têxtil do Politécnico de Turim, sublinha que esse tipo de textura já era bem conhecido no Egito em 3400 a.C. E
Uma das flores identificadas: variedade de crisântemo

Pietro Savio, arquivista do arquivo secreto do Vaticano, publicou em 1973 as fotografias das guarnições em espinha de peixe das duas cruzes funerárias encontradas na necrópole de Antinoe (Alto Egito, início do século II).

Mechthild Flury-Lemberg, especialista em tecidos, nota que nos tecidos judaicos descobertos em Masada (atualmente no Estado de Israel) é documentada, no período compreendido entre 40 a.C. e a queda de Masada em 74 d.C, uma especial tipologia da borda igual àquela presente no Sudário.

Além disso, a costura longitudinal que une o tecido do Sudário à linha lateral assemelha-se a fragmentos de tecido das citadas descobertas de Masada.
Religião é diferente de Espiritualidade? 
Religião é diferente de Espiritualidade?



"O rótulo religioso não passa de uma experiência transitória em determinada época do curso ascensional do espírito eterno".
Ramatis


As religiões praticaram atrocidades no mundo todo, sempre em nome de Deus e da fé.
Na inquisição, filósofos e cientistas como Giordano Bruno, Copérnico e Galileu Galilei, que se opuseram à visão geocêntrica, foram perseguidos pela Igreja Católica a qual, em defesa de seus dogmas, acusou-os de heresia ou bruxaria junto de inúmeras outras pessoas, muitas das quais foram queimadas na fogueira.
Por questões religiosas, nas guerras santas, travaram-se violentas e sangrentas batalhas, onde também inúmeras vidas foram ceifadas. Atualmente, os conflitos entre judeus, cristãos e muçulmanos, no Oriente Médio, ameaçam a Paz Mundial. Com freqüência, vemos nos noticiários explosões de bombas em igrejas, mesquitas e sinagogas.
Ainda no campo religioso, vemos também o crescimento das Igrejas Evangélicas, cada uma interpretando a Bíblia do seu modo, e a crescente mercantilização da fé.

Apesar dos grandes avatares como Sidarta Gautama (Buda), Jesus, Krishna, Maomé e Moisés, entre outros, terem trazido grandes avanços à humanidade, muitos de seus seguidores acabaram deturpando a proposta original desses mestres.
No movimento espírita, no entanto, apesar do imenso respeito e de reconhecer e me identificar com as obras de Kardec, de acordo com a minha experiência no consultório com as manifestações espirituais de meus pacientes (conduzi até hoje mais de 9000 sessões de regressão), sou obrigado a discordar em parte da sua metodologia no tratamento da desobsessão espiritual.

Nos centros espíritas kardecistas, é comum os médiuns da casa não deixarem o obsidiado saber quem é o seu obsessor espiritual e o que fez com ele, ou seja, qual o prejuízo que lhe causou na vida passada. A alegação para isso é que se o obsidiado souber o que fez ao ser espiritual obsessor, irá gerar uma animosidade entre as partes envolvidas, podendo aumentar o ódio do obsessor espiritual, bem como a culpa e o remorso do obsidiado.
Em tese, essa alegação parece ter fundamento, mas, em minha prática clínica, ocorre justamente o contrário, pois quando o paciente entra em contato com o seu obsessor espiritual, conversa com ele, e fica sabendo do mal que lhe causou numa vida passada, isso facilita -e muito- o processo de reconciliação entre ambos.

Ao lhe entregar a oração do perdão -agora consciente do que lhe fez-, o paciente tende a orar com mais empenho para o seu obsessor espiritual. Sem dúvida alguma, a oração do perdão realizada de coração, com sinceridade, facilita muito a reconciliação, fazendo com que o obsessor espiritual aceite ser levado para a luz de maneira melhor. Entretanto, há casos em que o mentor espiritual não revela o que o paciente fez ao seu obsessor espiritual, pois sabe que isso não lhe será benéfico (nessa terapia, é sempre o mentor espiritual do paciente que decide se irá ou não revelar o que fez ao seu desafeto do passado, seu obsessor espiritual).
Fora isso, há ainda muitos espíritas que transformaram as obras de Kardec em uma ortodoxia dogmática, inquestionável, não aceitando outras metodologias ou ensinamentos, como por exemplo, aquelas dos grandes mestres ascensionados da Fraternidade Branca.

É importante lembrar que a Doutrina Kardecista é evolucionista e seus fundamentos também podem ser encontrados em outras religiões, em outras obras, como o Bhagava Gita, o Alcorão e outras obras orientais.
Kardec em nenhum momento orientou para que os espíritas estudassem somente aquilo que está escrito em suas obras; pelo contrário, ele deixou claro que novas matérias viriam complementar o que escreveu.
Todos os grandes mestres pregaram o desprendimento, mas o que os seus seguidores fazem é cultivar o apego, a posse do que eles falaram. Daí surgem as guerras, as ofensas, as discussões infindáveis entre diferentes religiões e doutrinas.

Todos os caminhos levam a Deus, mas muitos acham que o seu caminho é melhor do que o dos outros. No meu entender, religião e espiritualidade são coisas distintas, a começar pelas inúmeras religiões, crenças e seitas espalhadas pelo mundo, enquanto a espiritualidade é apenas uma, e para entrar em contato com a realidade espiritual, não é necessariamente obrigatório frequentar alguma religião.
As religiões são criações dos humanos, são instituições com um conjunto de regras dogmáticas; muitas falam do pecado e da culpa, ameaçam, atemorizam, não indagam, não questionam, causam divisões, disputas, alimentam o ego, enquanto a espiritualidade convida o ser humano a prestar atenção à sua voz interior (intuição), a racionar, a questionar, a ver a vida de forma relativista e não absolutista, aquela visão dicotômica do certo e errado, como comumente muitas religiões fazem. Além de todos esses benefícios, a espiritualidade traz também paz interior, é divina, sem regras, promove união, fortalece a confiança e a fé, transcende o ego e nos convida a expandir a consciência.

Por todas essas distinções, quero esclarecer ao leitor, que a TRE, é uma terapia independente, desvinculada de qualquer religião, doutrina, seita ou grupo espiritualista. Ressalto, portanto, que a TRE não é uma terapia espírita ou religiosa como muitos ainda pensam. Nesta terapia, quando o paciente conversa com o seu mentor espiritual e recebe suas sábias orientações, acerca da causa de seus problemas e sua resolução, está entrando em contato com a espiritualidade, com a realidade espiritual.
Condicionamentos 
Condicionamentos



Desde o início de nossas vidas, vamos sendo moldados pelas experiências que vivenciamos. A mente e o corpo físico se tornam repletos de condicionamentos gerados pelos conceitos e valores que nos foram impostos e pelas experiências emocionais que ficaram registradas em nossas células.

Como, então, libertar-se desta prisão, e encontrar a cura para a angústia e o sofrimento que nos afligem? O nosso primeiro passo, geralmente, é buscar ajuda em algum processo terapêutico, onde, através da análise racional dos acontecimentos de nossa vida, procuramos descobrir as raízes dessas dificuldades.

E certamente conseguimos identificar a maioria delas através deste processo. Seguimos, então, outros caminhos, através de terapias corporais, que nos auxiliem na liberação dos nós emocionais registrados em nosso corpo físico.

Este é um trabalho longo, que pode durar anos e, ao final, vamos descobrir que apesar dele, seguimos ainda sem conseguir alcançar o estado de paz e serenidade com que sonhamos.

Ao chegar a este estágio, certamente, muitos de nós já entenderam que é necessário ir além, ultrapassar a dimensão da mente, do corpo e das emoções. E, ao fazer isto, chegamos à descoberta, surpreendente, de que a solução estava ali dentro, oculta sobre as camadas de condicionamentos que carregávamos. Começamos a explorar um novo terreno, até então desconhecido, que é o da consciência.

Quando passamos a observar nossos pensamentos e nossas emoções, percebemos que é possível obter um distanciamos deles, como se não nos pertencessem.

Conseguir realizar esta mudança, do papel de sofredor para o de observador, é que fará toda a diferença. A partir daí, nenhum esforço é necessário, mas apenas relaxar e deixar que nossa essência se expresse, levando-nos para uma dimensão em que o relaxamento e a paz serão nossa única realidade.

"...duas diferentes abordagens com relação à realidade interior do homem.

A abordagem Ocidental é de pensar sobre o problema, encontrar as causas do problema, penetrar na história do problema, no passado do problema, para desenraizar o problema desde o princípio, para descondicionar a mente, ou para recondicionar a mente. Para recondicionar o corpo, para retirar todas aquelas impressões que foram deixadas no cérebro. Essa é a abordagem Ocidental...

...O Oriente tem uma perspectiva totalmente diferente. Primeiro, diz que nenhum problema é sério. No momento em que você diz que nenhum problema é sério, o problema está quase noventa e nove por cento morto. Toda a visão disso se altera. A segunda coisa que o Oriente diz é: o problema existe porque você está identificado com ele. Isso não tem nada a ver com o passado, nada a ver com sua história. Você está identificado com ele; essa é a coisa real. E essa é a chave para resolver todos os problemas.

Por exemplo, você é uma pessoa raivosa. Se você for para o psicanalista, ele dirá, "Penetre no passado: como surgiu essa raiva? Em quais situações isso ficou cada vez mais condicionado e impresso em sua mente? Teremos que lavar todas essas impressões; teremos que varrê-las. Teremos de limpar completamente seu passado".

Se você for para um místico Oriental, ele irá dizer, "Você pensa que você é a raiva, você se sente identificado com a raiva. Eis onde as coisas estão dando erradas. Na próxima vez que a raiva acontecer, seja somente um observador, seja apenas uma testemunha. Não fique identificado com a raiva. Não diga, 'Estou com raiva'. Não diga, 'Estou raivoso'. Apenas veja isso acontecendo como se estivesse acontecendo numa tela de TV. Olhe para si mesmo como se você estivesse olhando para outra pessoa.

Você é pura consciência. Quando a nuvem de raiva chega ao seu redor você apenas a observa e permanece alerta para não ficar identificado. A coisa toda é como não ficar identificado com o problema. Uma vez aprendido isso... e desse modo não existe mais a questão de 'tantos problemas' porque a chave, a mesma chave abrirá todos as fechaduras. É assim com a raiva, é assim com a avidez, é assim com o sexo: é assim com tudo mais que a mente for capaz de criar...
...Essa é a beleza da conscientização: a consciência pode se livrar de qualquer coisa. Não há nenhuma barreira para isso, nenhum limite para isso...

Toda a metodologia Oriental pode ser reduzida a uma palavra: testemunhar. Toda a metodologia Ocidental pode ser reduzida a uma palavra: analisar. Analisando, você fica circulando. Testemunhando, você simplesmente sai fora do círculo.

A abordagem Oriental é para tornar-se ciente do céu. A abordagem Ocidental lhe torna mais e mais alerta das nuvens, e lhe ajuda um pouco, mas não lhe torna cônscio de seu âmago. A circunferência, sim; você se torna um pouco mais cônscio da circunferência, mas não cônscio do centro. E a circunferência é um ciclone. Você terá que descobrir o centro do ciclone. E isso só acontece através do testemunhar...
...É assim que um Buda funciona... um Buda também usa a memória, mas ele não está identificado com ela. Ele utiliza a memória como um mecanismo.

...E quanto a todas as impressões deixadas no cérebro, na musculatura do corpo?"

Elas estarão lá, mas como uma semente: potencialmente presente. Se você se sentir muito só e desejar problemas, você pode tê-los. Se você se sentir muito miserável sem miséria, você pode tê-los. Eles irão sempre permanecer disponíveis, mas não precisa tê-los, não há nenhuma necessidade de tê-los. Isso será sua escolha". 

sábado, 9 de julho de 2011

iPad, ferramenta de salão de beleza

iPad, ferramenta de salão de beleza


Virginia Myers, vendedora de softwares, estava numa rotina de penteado: por um tempo longo demais, ela vinha usando uma foto de revista da atriz Lisa Rinna como inspiração. Sua cabeleireira, Mika Rummo, do Salon AKS, na Quinta Avenida, conhecia o procedimento.

“Ela tem feito isso, ou uma versão disso, por anos”, disse Rummo sobre sua cliente numa recente visita.

Myers desabou na cadeira do salão e puxou (mais uma vez) a amarrotada fotografia. Ela acrescentou mais alguns recortes de revista, com destemidos cabelos curtos, e mostrou para Rummo até mesmo sua carteira de habilitação – cuja foto, segundo ela, mostrava dias melhores (de cabelo). Pilhas de fotos de revistas e jornais foram espalhadas no balcão de Rummo. Uma cena comum num salão de beleza, mas talvez não por muito mais tempo.

Ignorando a papelada, Rummo pegou um iPad estacionado ao lado do secador. Em menos de 30 segundos, após abrir uma pasta intitulada 'cabelo curto’ em sua biblioteca pessoal de fotos recentemente baixadas, dúzias de celebridades apareceram, incluindo fotos de Annette Bening e Michelle Williams.

Rummo, familiarizada com a textura do cabelo de Myers, optou pelo penteado de Ellen DeGeneres. Após uma conversa em que Myers expressou preocupação em cortar demais atrás, e Rummo a advertiu contra um provável 'mullet’ caso ela não o fizesse, Myers ergueu o iPad, examinou seu reflexo e a imagem digital de DeGeneres, e bravamente declarou: “Vamos nessa”.

Os donos do Salon AKS, que em janeiro começaram a usar iPads em vez dos tradicionais álbuns de fotos rasgadas, não se arrependeram de sua decisão.

“Eles definitivamente aprimoram a experiência do cliente”, afirmou Alain Pinon, um dos proprietários. “As clientes às vezes ficam com medo de se expressar com palavras, mesmo quando têm uma foto dobrada na carteira. Com o iPad, elas se sentem muito mais confortáveis e seguras para discutir diferentes visuais”.

A JANELA DE OVERTON !

Janela de Overton


O termo "Janela de Overton" foi dado em homenagem a Joseph P. Overton, que era vice-presidente do Centro Mackinac para políticas públicas nos anos 90 e criou um modelo que mostra como as opiniões públicas podem ser mudadas intencionalmente e de forma gradual por um pequeno grupo de pensadores ("Think tank"). Ou seja, idéias que antes pareciam impossíveis são plantadas na sociedade e, com o tempo, transformam-se até mesmo no oposto do que era antes. Imaginemos qualquer causa político/social (educação, aborto, descriminalização de drogas, não interessa). Para cada causa há um espectro de idéias que vai de um extremo a outro (do pensamento mais radical ao mais liberal). A Janela de Overton é o leque de idéias "aceitáveis" na sociedade, ou seja, a posição da sociedade num dado espectro.




Quando um Think tank tem de promover uma idéia que está fora do que a opinião pública considera razoável, ela "puxa" a janela na sua direção. Assim, através da sua ação na mídia, vai introduzindo no discurso público idéias a princípio consideradas radicais, impossíveis de implementar, mas que, com a exposição do público a essas ideias, o que era inaceitável passa a ser tolerável, e o que era aceito pode até passar a ser rejeitado.

Podemos ver esse mecanismo em ação agora mesmo, ao assistirmos a uma massificação/exploração da homossexualidade pela mídia, assim como fizeram nos anos 90 com o culto à marginalidade (e uso a palavra em seu sentido mais amplo, do que está à margem). Colheremos bons e maus frutos disso, mas não amadureceremos como sociedade, assim como não amadurecemos em relação às classes sociais, pois não há debate ou esclarecimento, apenas imposição e tomadas de lado. Sem entrar na questão de certo ou errado (isso seria desvirtuar todo o post e olhar pro dedo, em vez de olhar pra Lua), dá pra perceber uma saturação de personagens homossexuais nas novelas, assuntos relativos ao tema nos telejornais, como que empurrando goela abaixo da sociedade algo que até, então, era tabu, num equivalente psicológico do que seria um "tratamento de choque". Tratamentos assim podem até curar os sintomas, mas à custa de recalques e traumas que ficarão adormecidos, apenas esperando um gatilho para explodir.
Existem tantos outros exemplos de manipulação, mas os mais dramáticos são os que levam um país inteiro a uma guerra.

Todo mundo sabe que a guerra do Iraque foi baseada numa mentira (as tais "armas de destruição em massa") mas, o que poucos sabem é que tudo seguiu um script de um relações-públicas de guerra contratado pelo governo dos EUA para controlar todas as informações que apareceriam na mídia (e controlar, assim, a percepção das pessoas). Esse homem é John Rendon. Suas ações foram além de plantar notícias: ele também criou, a pedido da CIA, forças dissidentes DENTRO do Iraque a fim de que depusessem o governo desse país na base da violência. Então se você acha que o enforcamento de Saddam Hussein foi planejado e executado "soberanamente" por iraquianos... bem, se você é um cara que acredita em tudo o que vê na TV, provavelmente deve achar que o David Copperfield é um Avatar!

Rendon também participou do 11 de setembro, trabalhando para o Pentágono no Office of Strategic Influence, cuja missão era plantar notícias falsas e esconder suas origens. Outra missão era monitorar e participar de fóruns e chats em língua árabe (lembrem que a única "confirmação" de que Osama Bin Laden foi morto foi feita num desses fóruns em que a Al Quaeda supostamente participa. A mensagem poderia ter sido escrita até por mim, mas a mídia comprou essa informação como verídica, assim como tem comprado tudo o que o governo americano diz que é pra ser).

Abro um parênteses pra lembrar que esse ano Obama se reuniu com os principais executivos da internet (Google, Apple, Facebook, Twitter, Yahoo, entre outros). Supostamente o jantar era pra falar sobre a geração de empregos, mas, diante dos fatos descritos acima, fica difícil acreditar que o presidente dos EUA se encontraria com os principais outsiders da mídia controlada pra falar de algo tão prosaico.

Aceitando o que acontece

Aceitando o que acontece
:: Elisabeth Cavalcante ::

Uma das maiores fontes de angústia para o ser humano é não conseguir moldar a vida de acordo com seus desejos. Todos gostaríamos de ver materializados rapidamente os nossos anseios e, quando isto não acontece, sentimo-nos frustrados e, muitas vezes, cheios de raiva.

Tão envolvidos ficamos neste processo, que se torna difícil perceber o quanto esta atitude rígida acaba bloqueando a possibilidade de que o novo, o inesperado e o surpreendente aconteçam.

Visto que nossos desejos são, em sua maioria, determinados pelo ego e por emoções conflitantes, vê-los materializados não é, em absoluto, garantia de que nos farão felizes.

Ao contrário, ainda que a princípio possamos nos sentir assim, logo novas inquietações surgirão, para nos levar de volta ao mesmo estado de ansiedade e insatisfação.

Por que, então, não buscar uma nova maneira de agir, fora deste padrão? Confiar que a vida nos trará o que for o melhor para nossa evolução é a maneira mais eficaz de aprendermos a relaxar e nos entregarmos sem reservas ao que acontece.

É claro que isto exigirá de nós uma disposição permanente para encontrar respostas criativas a cada situação, fugindo dos padrões pré-estabelecidos. A insegurança, que esta nova atitude gerará a princípio, será substituída por uma nova sensação: o prazer de ser surpreendido pela existência.

"....É melhor não colocar etiquetas na vida, é melhor não lhe dar uma estrutura, é melhor deixá-la aberta sem final, é melhor não classificá-la, não etiquetá-la. Você terá uma experiência muito mais bela das coisas, terá uma experiência mais cósmica das coisas, porque as coisas não estão realmente divididas. A Existência é um todo orgânico, é uma unidade orgânica. A folha mais pequena do jardim, a mais pequena das folhas é tão importante como a maior estrela.

O menor é também o maior, porque tudo é uma unidade, é uma continuação. E no momento em que você começa a dividir, você está criando linhas arbitrárias, definições. E é assim que se vai perdendo a vida e o seu mistério.

Todos temos controles; essa é a nossa angústia. Todos encaramos a vida de um certo ponto de vista e é aí que nossa vida se torna pobre; porque cada aspecto, no máximo, só pode ser unidimensional, e a vida é multidimensional. Você deve se tornar mais líquido, mais capaz de se dissolver e se fundir; você não deve ser um espectador. E não há nada que resolver. Não tome a vida como um problema, ela é um mistério tremendamente belo. Beba-a, é puro vinho! Embriague-se com ela!"
Osho, The Goose is Out.

MEUS DEPENDENTES: Declaração Anual Imposto de Renda

DECLARAÇÃO ANUAL DE RENDIMENTOS - PESSOA FÍSICA

RELAÇÃO OFICIAL DOS
MEUS DEPENDENTES:

01) Governo Federal - IR, CPMF etc.;
02) Governo Estadual - IPVA, ICMS etc.;
03) Governo Municipal - IPTU, TRSD, ISSQN etc.;
04) INSS - Contribuição previdenciária;
05) Conselho Regional Profissional - Contribuição anual ;
06) Sindicato da Categoria Profissional - Contribuição anual;
07) DMAE/COMLURB - Contas de água e esgoto (consumo mínimo mesmo que não tenha consumido) e taxa de coleta de lixo;
08) CEEE/CEG - Contas de luz e gás (consumo mínimo mesmo que não tenha consumido);
09) Telefonica/BrasilTelecom /TIM/ CLARO / VIVO celular - Assinatura mensal;
10) Plano de Saúde - Mensalidade;
11) Detran - Licenciamento anual de veículo, transferência e renovação de carteira de habilitação;
12) Contran - Taxa de inspeção veicular ;
13) IRB - Seguro automotor obrigatório ;
14) Concessionárias de estradas de rodagem - Pedágios ;
15) CET/DSV/ESTAR - Talões de estacionamento ;
16) Terminais aeroviários e rodoviários - Taxa de uso dos sanitários e estacionamento ;
17) Instituições financeiras - Taxas de administração e manutenção de contas correntes, renovação anual de cartões de crédito, requisição de talões de cheque etc.;
18) Tomadores de conta de veículos, guardadores de lugar em filas, cambistas diversos, flanelinhas e vendedores de semáforos - Caixinha, cafezinho etc.;
19) Carteiro, lixeiro, varredor de rua, porteiro do prédio, leitores de relógios e entregadores de contas, entregadores de gás, de água etc. - Páscoa, Natal, Ano Novo etc.
20) Taxa de incêndio - Corpo de Bombeiros

Mais 567 deputados federais e
81 senadores, com as respectivas AMANTES e CORJAS...

E também deputados estaduais, Prefeitos e vereadores.

E, ainda, mais todos os presidiários do País, por conta do Auxilio Reclusão. Eles te assaltam, matam, e você ainda ajuda a família deles.